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Louveirando: Para que esperar pelo dia 21?

Coluna de João Batista

Louveirando: Para que esperar pelo dia 21?

Cidade de Louveira (imagem: João Batista)

Para que esperar pelo dia 21?

por João Batista

Por todos os lados que se olhe, do ponto em que me encontro parado, quase estático, há que se ver e o “para onde ir”. Bastaria querer, e, como eu sempre quero, então fui. Não é que valeu a pena! Pois me peguei feliz observando a minha cidade, aqui deste ponto, um pouco mais alto: que visão linda! Não sou um drone, mas quisera eu que fosse, assim veria muito mais além, um horizonte muito mais extenso, desta terra redonda ou arredondada em sua forma. Confesso aqui, e, se algum padre ler, que me absolva, que hoje estou orgulhoso, radiante mesmo. Que hoje sou apenas um senhor com sessenta e sete anos completados em maio do ano que passou. E como passou! E como foi bom!

Louveirando: Para que esperar pelo dia 21?
Cidade de Louveira (imagem: João Batista)

Ah! Louveira de tanta mescla de gente e de coisas e de vidas. Tudo entrelaçado em meu coração e em minha mente; acredito que primeiramente na mente e depois no coração. Na minha opinião, palavras sempre são necessárias, mesmo quando desnecessárias parecem, penso eu assim, e, por isso falo tanto sobre Louveira. Então em cada passo que dou diariamente, mesmo que muitos deles sejam aparentemente nos mesmos lugares, eu já não sou o mesmo, e nem os passos coincidem. Concluo.

Louveirando: Para que esperar pelo dia 21?
Cidade de Louveira (imagem: João Batista)

Transito feliz pela nossa Louveira, desde a Fazenda Santa Terezinha até o Arataba, ou Monterrey; do Leitão ao monte Biscuola, numa viagem cheia de adrenalina, simplesmente por estar em Louveira; por ser de Louveira e saber que Louveira existirá para sempre nos espíritos que por aqui vivem, passam ou passaram, encarnados ou desencarnados. Tantos bairros de nomes e tamanhos variados compõem esta cidade, mas por ser do Quebra e por sempre dizer que o Quebra é nosso, divido-o com todos os louveirenses natos ou itinerantes, sem sentir muito ciúme. É tanta fruta, tanta música, tanto esporte, tanta água, tanta gente, tanto animal, tanto trabalho, tanto lazer, que por juntarmos e misturarmos tudo, nos tornamos felizes. 

Prestigiar e amar uma cidade, além de se dizer com palavras, há que se comportar com amor a tudo que engloba o perímetro desta cidade, e, para os que amam um pouco mais, deixar que este amor ultrapasse o perímetro e alcance as cidades vizinhas. Morro de vontade de romper a lei do silêncio e gritar em mil e sessenta e sete auto falantes, o quanto eu amo esta cidade. A melhor forma de amar uma cidade é respeitar e cumprir a suas leis sem murmuração. Sigamos então rumo ao amanhã que virá, e, melhor ainda, sendo parte ativa deste amanhã. Em tempo: Dia 21 próximo, Louveira completa 80 anos! Parabéns!

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